Sinto que o amor vai se esvaindo lento...
Na medida que a saudade já não me vem,
como antes, nas minhas noites de desalento...
Nesta sua fuga do amor, se afastando assim...
Sua imagem vai se desfazendo com o tempo...
Na mente uma luta desigual vai tendo fim...
Um corpo de mulher,
jaz ao relento...
Se desfaz, como poeira ao vento...
Já não vislumbro seu rosto...
Mas seu corpo nu,
está exposto...
Me faz contorcer na cama...
De desejo meu corpo se inflama,
pois sei que ela ainda me ama...
Minha luta é em vão,
a vejo aos poucos desaparecer...
Só me resta deixá-la ir,
ela quem quis partir, e não viver...
Bene