Não há nada que se possa fazer...
Tive minha chance...
O amor que ela me fez despertar,
é que me sufoca...
Infla-me de dentro pra fora...
É como um Vulcão, preso,
afogado nas profundezas do Mar...
E há um Oceano de amor,
que precisa se libertar...
Nem eu mesmo acreditava que um dia,
seria capaz de mais uma vez amar...
Sim porque já amei...
E sofri, sobrevivi, e confesso,
que houve um tempo...
Que me transbordei,
um tanto...
Por amor derramei,
meu pranto...
Com o tempo,
superei...
E apesar da poesia...
Refugio do qual,
me vesti um dia...
Nunca mais amar,
eu jurei...
E hoje, sedento deste amor...
Água da vida...
Fonte fértil e arrefecida,
que dela disse _"nuca mais beberei"...
Mergulhei fundo,
pois era, e senti...
O maior amor do mundo...
Então, louco ressarci,
da sede, o corpo e a alma, me banhei...
Ah.! Como o destino nos engana...
E como um feitiço...
Numa guerra cruel e insana,
comandada pelo astral...
Travou-se em batalhas...
Uma luta sangrenta, onde eu e ela,
numa luta desigual...
Sem forças pra vencer,
saímos derrotados...
Cada qual,
do seu lado...
Vendo o amor perecer,
entre o bem e o mal...
Bene