As madrugadas depois de você,
têm um gosto amargo da solidão...
E serão inesquecíveis aquelas,
que judiastes de mim...
Sim, porque todo prazer,
que senti...
Tinha um gosto do sofrer,
do seu corpo ausente...
Ah, como amei você,
em instantes que pareciam ser eternos...
E foram,
eternos enquanto duraram...
E deles ainda alimento meu prazer,
porque ainda me excito ao lembrar você...
Coisas minhas, e tuas, que por mais que quisesse,
não vou conseguir esquecer...
Bene