De "Te amo em Te amo",
que digo em silêncio...
Para suas lembranças;
é do que ainda sobrevivo...
Uma tormenta gostosa de ter,
aprisionando-me à sua saudade...
Elas me veem logo pela manhã...
E ricocheteiam-se pelas paredes,
e teto da casa, por todo o dia,
até o cair da tarde...
Então a boca da noite sussurra teu nome;
me entristeço, e sofro com a ansiedade...
Ao lembrar-te, nas noites de plantões pela madrugada,
memoráveis e indescritíveis momentos...
Te esperava ávido de desejo por sua doce,
e amável companhia...
Ali eu já te amava, e não sabia;
que teria que conviver com sua ausência um dia...
Mas que nunca mais, por mais que tentasse;
te esquecer eu não conseguiria...não podia,
na verdade, nunca quis, não queria...
Nunca sequer tentei, porque te esquecer,
não é possível, e eu sei...
Por isso, apesar dos nossos desencontros,
vim te dizer, menina Mulher...
Eu ainda te amo, como da primeira e única vez,
eu sempre te amei...
Mas não liga pra isso não,
eu estou sobrevivendo sozinho como antes...
O que é e sempre será doloroso, é calar e conter,
a alma em seus gritos mudos, e seus voos itinerantes...
Além de acalentar o coração,
em suas arritmias constantes...
Em pulsar por um amor, tardio e dele tão distante...
Bene