Sei que vais me matar,
depois deste bom dia atrevido...
Mas que seja bem devagar,
me expremendo em seus braços...
Me sufocando em seus seios,
até me faltar o ar...
Depois afoga-me em sua fonte...
Com seu néctar,
sem me deixar respirar...
Me prenda em suas coxas,
me enlace...
Não me deixe escapar...
Me sugue e sorva ,
imponha-me seus pequenos lábios...
Me receba inteiro,
nas profundezas do seu templo sagrado...
Na Gruta escura, latente,
úmida e cavernosa...
Deleite-se neste derradeiro sacrifício...
Crave em minhas costas,
suas garras afiadas...
Quando sentir meu sangue quente escorrer...
Grite em desespero,
me trave as pernas na cintura...Goza...
Saciada, ao me sentir desfalecido...
Beija-me a boca, com o gosto,
do nosso prazer...
Sussurra meu nome...me lambe...
Diz que me ama, me chama,
de amor, de querido...
Bene