Eu confesso,
que não faço escolha...
Essa mistura imprevisível,
me fascina...
Às vezes me arrebata...
Em suas asas,
ascende-me ao céu...
Me expulsa, reprime,
me deixa dormir no sofá da sala...
E quase sempre,
se veste mais que Rainha...
Princesa eu diria...
Mas logo me espreita...
Se despe e atenta,
nua na cama...
Suas versões me alimentam...
Saciam-me,
o corpo, a alma...
Gostoso dilema...
Bene